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quarta-feira, maio 24, 2006

A ERC E AS AGÊNCIAS DE COMUNICAÇÂO

José Medeiros Ferreira chamou-me hoje a atenção, numa conversa ocasional, para o facto de no seu artigo do DN O fim da idade da inocência, publicado em 16 de Maio, ter assinalado a necessidade de a ERC analisar as relações entre as agências de comunicação e os orgãos de imprensa. De facto assim e só me passou a refrência por ter estado ausente do país um periodo alargado. Vi também o retomar da importância de a ERC se centrar nessa questão num post de hoje do Bicho Carpinteiro. No Clube dos Jornalistas que passa hoje às 23h 35m na 2: retomei também esta questão e deixando bem claro que acho natural o trabalho das agências nos dias de hoje. De facto, qualquer instituição tem hoje necessidade de comunicar os seus resultados, projectos ou iniciativas. É natural, para isso, que recorra a agentes especializados que saibam comunicar, interna ou externamente. O que está em causa é que o trabalho jornalístico tem que ter autonomia em relação ao das agências: estes são agentes de informação. Logo devem recusar, triar, escolher, publicar, confrontar, acrescentar, dar outras tonalidades, pedir opinões diversas sobre os factos. Ou seja, ser jornalistas.