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quarta-feira, maio 24, 2006

AINDA O PRÓS E CONTRAS

No Correio da Manhã : "O polémico e longo debate do ‘Prós e Contras’, da RTP 1, que terminou na madrugada de ontem, na Casa do Artista, em Lisboa, pode prosseguir nos tribunais. A PT desmentiu, em comunicado, Emídio Rangel, que acusou a empresa de pagar a jornalistas. Um dos visados não afasta a hipótese de accionar judicialmente o antigo director da SIC e RTP, o qual, entretanto, já se penitenciou por no rol envolver, de forma “inaceitável”, Luís Delgado."

Também o DN dá informações sobre esta questão. No mesmo jornal, Pedro Rolo Duarte elege José Pacheco Pereira como o provedor da informação: "Pacheco Pereira devia ser o provedor da informação portuguesa. Podia bem dar a cara, sozinho, pela Entidade Reguladora da Comunicação."

O Público insere dois textos interessantes um de Eduardo Prado Coelho em que este confessa a ingenuidade de não conhecer o peso das agências de comunicação. Outro de Luís Paixão Martins da LPM, defendendo um código de ética para o funcionamento destas.


"Quanto às agências de informação e comunicação, confesso a minha ingenuidade: não sabia o poder que elas têm e o modo como estão presentes nos jornais portugueses. Por acasos da minha vida, conhecia o que se passava com revistas femininas: o lançamento de determinado produto da L"Oréal implicava a troco de publicidade que se fizesse um dossier sobre o tema em questão. Mas ignorava o que se passava noutros domínios. A verdade é que, certamente por ser um escriba discreto, nunca ninguém me deu nem um rebuçado para escrever seja o que seja - quanto mais um cruzeiro nos mares do Sul..."
EPC

"Sempre defendi que a actividade das empresas de conselho em comunicação não deveria merecer regulamentação específica, mas a polémica lançada por Manuel Maria Carrilho obrigou-me a uma reflexão acerca do assunto e a mudar de opinião. Refiro-me em particular aos serviços prestados ao abrigo da disciplina de assessoria mediática (ou comunicação com jornalistas), embora o mesmo critério possa ser aplicado a áreas menos comuns como a comunicação de lobbying.
Pode uma empresa de conselho em comunicação prometer resultados no âmbito da assessoria mediática? Não pode, nem deve. Que sentido faz e que verdade encerra uma proposta onde se assegure uma determinada cobertura dos media ou uma favorabilidade garantida? Nenhuma."
Luís Paixão Martins

1 Comments:

Blogger PV said...

Não sei se um certo microcosmo político português merece a atenção que os jornalistas lhe votam.
A menos que o problema seja outro...

2:19 da tarde  

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