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quarta-feira, março 22, 2006

PROVEDORIAS

O modelo escolhido em Portugal difere de outros que conheço, nomeadamente do de France Télévsions. Nesta estação de serviço público francesa, há provedores para a informação e um provedor para os programas. Ou seja, considerou-se que a informação e a programação teriam especificidades tão grandes que não seria conveniente juntar as duas lógicas numa só provedoria, havendo por isso provedores de informação e provedores de profgramação. Por outro lado, também existem dois provedores (e não apenas um...) que se ocupam da informação: um na France 2 e outro na France 3. Uma é uma estação generalista, a outra uma estação que cobre as regiões francesas.

Por outro lado, no Canadá, o provedor ocupa-se de rádio e televisão simultaneamente e não tem programa no ar. Renaud Gibert, que tem exercido a função nos últimos anos, considera que o provedor acaba por cair na lógica do espectáculo, ao manter um programa em antena.

Uma tendência crescente é também a de a dimensão on-line estar a ser, por vezes, objecto da atenção dos provedores. Se se pensar nos espectadores, tem razão de ser esta preocupação.